Cuidado com os utensílios intoxicantes!

utensilios

Escolha a panela certa!

Cobre – A grande vantagem do cobre é ser um metal mais resistente à corrosão. Na culinária, conquista pela beleza e transmissão rápida de calor de forma homogênea. “Mas o cobre migra para qualquer alimento que entre em contato, especialmente os mais ácidos.” Pequenas quantidades deste metal podem produzir náuseas, vômitos e diarréia. Já a ingestão contínua de quantidades maiores de cobre pode causar dano renal, alterações osteoarticulares, dores nas juntas e até lesões cerebrais, demonstradas em tomografia computadorizada. Por isso, os utensílios culinários devem ter a superfície interna revestida com politetrafluoretileno (PTFE), titânio ou aço inoxidável.

Alumínio – As panelas de alumínio são as mais comuns e baratas. Mas também são as que causam mais polêmica. Há três décadas, pesquisadores já suspeitam de que a ingestão do alumínio está relacionada com a incidência dos males de Alzheimer e de Parkinson. Há mais de 50 anos foi verificada a migração do alumínio dos utensílios culinários para alimentos ácidos ou alcalinos. E ficou comprovado que átomos de alumínio podem desencadear diferentes processos metabólicos associado à doenças do sistema esquelético, neurológico e hematológico (do sangue). Hiperatividade, anorexia, psicose, até a queda de cabelos, podem ter relação com intoxicação por alumínio. Pesquisas mostram que a migração do alumínio é maior em panelas de pressão do que em panelas normais ou em fôrmas de bolo. Na limpeza é indicado o uso de bucha macia ao invés de esponja de aço. “Quando o material é polido, há remoção da camada de óxido de alumínio, que dificultava a passagem de alumínio para a comida”, explica Álvaro Ney Bonadia.

Inox – É a mais usada na cozinha profissional. “Por ter fundo triplo, atinge altas temperaturas mais rapidamente, além de ser uma panela resistente e de aparência bonita”, explica Roberta Sudbrak, chefe de cozinha do Palácio do Planalto. O aço inoxidável, conhecido popularmente como inox, é composto por ferro, cromo e níquel. Demora a esquentar, mas também a esfriar. No Brasil não há dados que comprovem a transferência dos componentes do inox para a comida. O aconselhável é não escovar a panela com esponja de aço. No polimento forma-se uma camada protetora de óxido que ajuda a impedir que os metais passem para os alimentos. “O níquel em pequenas quantidades pode até ser útil ao organismo, mas o excesso tende a afetar o sistema nervoso”, diz a profissional. Além disso, o níquel é conhecido por causar eczemas e alergias cutâneas, além de sintomas de asma. Já o cromo em excesso pode causar danos no DNA, além de danos nos rins, fígado e hemácias, através de um alto poder oxidante. Melhor não correr o risco…

Ferro – É ideal para a saúde, não solta nenhum metal pesado intoxicante. Os panelões de ferro, de cor escura e muito pesados, são bastante tradicionais. Para não enferrujar, se recomenda não deixar comida esfriar na panela nem deixá-la úmida. Úteis também para assar no fogão ou na fogueira, bem vedadas.

Vidro – As panelas de vidro são as únicas que não transferem qualquer resíduo para a comida. O material é obtido por um processo de congelamento de líquidos superaquecidos. O maior atrativo do vidro é a beleza, além da transparência, que permite ver o processo de elaboração dos alimentos. A facilidade da limpeza é outro ponto positivo. Mas o preço e fragilidade do material pesam na escolha, além de uma má distribuição de calor do material, sendo mais fácil de alimentos queimarem.

Cerâmicas – As panelas de cerâmica, principalmente as de barro com superfície marrom brilhante, devem ter selo de qualidade que garanta que não são usados compostos à base de chumbo. É comum encontrar produtos cerâmicos elaborados com óxido de chumbo na vitrificação. O chumbo é facilmente dissolvido no alimento, especialmente os alimentos ácidos. Saladas, frutas ácidas ou fermentados em contato com esse material podem ficar contaminados com componentes pesados como chumbo, mercúrio e cádmio. A intoxicação por cádmio traz problemas respiratórios, bronquite e hipertensão, e a intoxicação por mercúrio causa outra série de danos ao organismo. O organismo incorpora o chumbo, que é altamente tóxico, especialmente em crianças. “O chumbo se deposita no osso em grandes quantidades como se fosse cálcio, o que produz um envenenamento generalizado.” Os danos são: diminuição da capacidade mental e a perda de atenção na escola por parte das crianças. Nos adultos o chumbo provoca anemia. Os sintomas aparecem em crianças, após um ano de uso da panela; em adultos, quatro anos. O ideal são panelas de barro ou de cerâmicas foscas.

Teflon – O composto antiaderente atrai cozinheiros pela praticidade na limpeza e por ser dispensável o uso de gordura. A descoberta de um revestimento antiaderente em 1938 chegou às cozinhas americanas na década de 60 e provocou uma revolução de conceito de panela prática. Atualmente, as panelas mais modernas são denominadas de teflon II por serem revestidas com primer (substância usada para ligar o teflon ao alumínio). Esse novo revestimento supostamente impede que o material passe para o alimento quando o teflon descasca. Mas isso é fortemente questionado, sendo o ideal esquentar um pouco de azeite na panela antes de usá-la, só usá-la em fogo baixo e jamais riscá-la, para isso usando espátulas de silicone ou colheres de pau. Outra grande preocupação com a panela é ecológica. Pesquisadores da Universidade de Toronto, no Canadá, descobriram que o teflon se corrompe quando esquentado a temperaturas de 200 a 500 graus centígrados. O que pode acontecer com uma panela esquecida no fogo ou um alimento de longo cozimento. A evaporação do teflon origina muitos gases tóxicos CFC, responsáveis pela destruição da camada de ozônio.

Esmaltada – As panelas esmaltadas atraem pela beleza, mas podem fazer tão mal quanto às de cerâmica vitrificada. `O esmalte usado pode conter elementos tóxicos como o chumbo e os decalques na superfície interna, os quais podem conter cádmio. É desaconselhável o uso de utensílios antigos (fabricados antes de 1980) tanto esmaltados quanto os de cerâmica. A pesquisadora também diz que é preciso ter cuidado com utensílios pintados à mão, que vão desde colheres, facas, recipientes culinários, entre outros. Algumas tintas são à base de chumbo, que pode ser transferido para o alimento. É desaconselhável o uso de utensílios antigos, de antes de 1980 – tanto esmaltados quanto de cerâmica.

Pedra-Sabão – A natureza anti-aderente e a capacidade de reter calor por muito tempo são as características mais atrativas, esse utensílio libera quantidades expressivas de elementos nutricionalmente importantes como cálcio, magnésio, ferro e manganês. A panela é comprada “crua”, por isso a cor dela é clara.

PS: Não se esqueça também que utensílios plásticos liberam o composto cancerígeno bisfenol quando em contato com alimento quente!

(adaptado de: http://jorgeroriz.wordpress.com/panelas-de-aluminio-sao-prejudiciais-a-saude/)

10 alimentos inflamatórios incorporados em nossa alimentação

Otimize sua saúde evitando ao máximo o consumo de alimentos inflamatórios banalizados em nossas dietas!

De acordo com estatísticas da Organização Mundial da Saúde, cerca de 12,9 milhões de pessoas no mundo morreram de alguma doença cardiovascular no ano de 2004. Cada ano, o Fundo Mundial de Pesquisa do Câncer estima que cerca de 8 milhões morrem de câncer. Doenças cardíacas e câncer, as manifestações mortais da inflamação crônica, são esperadas que se mantenham como as causas principais de morte em países “desenvolvidos” e “em desenvolvimento” por muitos anos à frente…

Porém as pesquisas cada vez mais afirmam que o risco de doença cardíaca e câncer são modificáveis por nossas escolhas de estilo de vida que inclui o alimento que escolhemos ingerir no dia-a-dia.

Para evitar ou ao menos diminuir as inflamações do organismo é interessante incorporar mais alimentos anti-inflamatórios (cúrcuma, shiitake, mamão, azeite de oliva extra-virgem, brócolis, batata-doce), e também eliminar ou diminuir bastante o consumo de alimentos conhecidos por provocarem inflamação. Aqui analisamos os 10 tipos de alimentos mais conhecidos por provocarem doenças inflamatórias:

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1. Açúcar

Agente inflamatório: Ingestão excessiva de açúcar deteriora os dentes e foi ligada a: maior risco de obesidade, inflamação e doenças crônicas como síndrome metabólica e diabetes tipo 2. Recentemente, também finalmente ficou comprovado que o açúcar, assim como os laticínios, são as causas da acne.

Encontrado em: Bebidas adoçadas com açúcar são muito comuns. Uma lata de Coca-cola contém cerca de 40g de açúcar, e junto há um aditivo químico que impede você de vomitar instantaneamente, que seria a reação normal do nosso organismo ao ingerir tanto açúcar de uma só vez, e essa é uma bebida extremamente popularizada. As pessoas estão se entupindo de açúcar. Outros alimentos obviamente contendo montes de açúcar, e são recomendados evitar incluem sobremesas, docinhos e lanchinhos. E quando for procurar por açúcar nos nutrientes, lembre-se que açúcar tem vários nomes: açúcar invertido, xarope de milho, dextrose, frutose, glicose, maltose, xarope de sorgo, sucrose, entre outros.

Substitutos não-inflamatórios: Você curte o sabor doce? Opte por adoçantes naturais como stévia (melhor ainda o chá da folha do que em gotinhas), mel e melado (os 2 últimos lembre-se de não exagerar, uma exagerada ingestão de glicose no organismo ainda é prejudicial ao pâncreas ao causar hiperglicemia e induzir picos de insulina). Açúcares naturais encontrados em frutas frescas ou secas (banana, uva, tâmara, damasco, laranja) ou raízes (beterraba, cenoura, batata-doce) são também excelentes escolhas. Não só satisfazem o desejo pelo sabor doce, também estará ingerindo vitaminas, antioxidantes, fibras que você não encontraria em alimentos e bebidas com açúcar. Nunca deixe faltar fruta na sua alimentação, aproveitando as frutas de sabor doce para adoçar naturalmente suas refeições e satisfazer o desejo pelo sabor doce.

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2. Óleos vegetais comuns

Agente inflamatório: Óleos vegetais comumente usados em muitos lares e restaurantes são muito altos em ácidos graxos ômega-6 e muito baixos em ômega-3. Uma dieta desbalanceada na quantidade de ômega-6 e ômega-3 promove inflamação dando espaço pra doenças inflamatórias como doença cardíaca e câncer.

Encontrados em: Óleos vegetais poliinsaturados como de semente de uva, algodão, milho, girassol. Esses óleos vegetais industrializados são os predominantemente utilizados no preparo de alimentos processados e teleentregas.

Subtitutos não-inflamatórios: Substitua seus óleos de cozinha saturados de ômega-6 por azeite de oliva extra virgem ou gordura de côco ou outros óleos com ômega-6 e ômega-3 mais balanceados. Esses 2 substitutos são ricos em muitas outras coisas também, sendo idealmente consumidos sem esquentarem demais (no máximo refogar em fogo baixo, adicionar no alimento pronto) para manter suas propriedades benéficas.

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3. Gordura trans

Agente inflamatório: Gordura trans é conhecida por seu duplo efeito maléfico: elas aumentam os níveis de colesterol ‘ruim’, enquanto diminuem os níveis do colesterol ‘bom’. E, além disso, promovem inflamação, obesidade e resistência à insulina, dando condições para doenças degenerativas se desenvolverem.

Encontrada em: Frituras, fastfoods, alimentos assados vendidos comercialmente e aqueles preparados com óleo parcialmente hidrogenado e margarina. Mesmo os produtos com “0g” de gordura trans podem ainda conter uma quantia dessas gorduras tóxicas, num nível supostamente “insignificante”. Mas em se tratando dessa gordura, absolutamente nenhuma quantia ingerida é segura. Ela fica cerca de 90 dias dentro do nosso organismo, pois não é digerida, tendo uma composição molecular similar a do plástico.

Substitutos não-inflamatórios: Na dúvida, assuma que todos os alimentos preparados comercialmente contêm gordura trans, se não deixam claro que não contêm. Alimentos não-industrializados e sem embalagem é a forma mais garantida de evitar esse veneno amplamente utilizado.

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4. Laticínios

Agente inflamatório: Cerca de 60% da população do planeta não digere leite. De fato, pesquisadores pensam que digerir leite depois da infância é anormal, e não o contrário. Leite também é um alergênico comum, que pode desencadear reações inflamatórias, como estresse estomacal, constipação, diarreia, alergias cutâneas, acne e dificuldades de respiração em pessoas suscetíveis.

Encontrados em: Leite e laticínios são tão danosos quanto alimentos contendo óleo parcialmente hidrogenado ou óleo vegetal deficiente em ômega-3. Fora os alimentos obviamente originado do leite, como manteiga e queijo, alimentos contendo laticínios incluem pães, biscoitos, bolachas, bolos, molhos prontos e cereais de caixa. Olhar os ingredientes no verso é a maneira mais segura de evitar laticínios.

Substitutos não-inflamatórios: Kefir de leite e yogurte não-adoçado são aceitáveis em moderação para quem não é alérgico ao leite. Eles são mais suaves no estômago pois sua lactose e proteínas já foram digeridas pelas bactérias e fungos benéficos presentes. Infelizmente o hormônio do crescimento bovino (BGH – hormônio criado e controlado pela Monsanto) é amplamente utilizado, assim como os antibióticos para conter a mastite nas tetas das vacas leiteiras, causada pelos hormônios. Tudo isso enquanto grávida (para produzir leite), muitas vezes morrendo muito jovem, esgotada em fornecer o máximo de leite possível, com o bezerro na barriga.

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5. Carne de confinamento

Agente inflamatório: Carnes de produção comercial são alimentadas com grãos como soja e milho (transgênicos), uma dieta alta em gorduras inflamatórias ômega-6 mas baixa em gorduras anti-inflamatórias ômega-3. Devido aos espaços confinados, esses animais têm gordura excessiva e terminam com muita gordura saturada. Pior ainda, para que cresçam depressa e não adoeçam, lhes são injetados hormônios e antibióticos. O resultado é um pedaço de carne que você e eu não deveríamos estar comendo.

Encontradas em: A não ser que esteja especificado, a maioria, se não toda, carne vermelha e frango nos mercados e restaurantes vêm de animais em confinamento. Na “melhor” das hipóteses é uma carne de pecuária extensiva do Mato Grosso, resultado da devastação do Bioma Cerrado, mas certamente com vários “requintes” do agronegócio nocivo.

Substitutos menos inflamatórios: Animais “orgânicos”, caipiras, que têm dietas naturais, não estão confinados, não tomam vacinas antibióticas. Sua carne contém mais gordura ômega-3 e menos gordura saturada, pois têm uma alimentação mais natural e dispõem de espaço para circularem livremente.

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6. Carne vermelha e carne processada

Agente inflamatório: Pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade de São Diego da Califórnia, descobriu que carne vermelha contém uma molécula que humanos não produzem naturalmente chamada Neu5Gc. Após ingestão, o corpo desenvolve anticorpos anti-Neu5Gc – uma resposta imune que pode desencadear reação inflamatória crônica. Inflamação constante e “leve” que não passa já foi ligada a câncer e doenças cardíacas.

A ligação de carne processada com câncer é ainda maior. Num relatório de 2007 do Fundo Mundial de Pesquisa do Câncer e do Instituto Americano pela Pesquisa do Câncer, carne processada foi declarada como uma convincente causa de câncer colorretal e possivelmente de esôfago e pulmões também. Carnes processadas incluem produtos animais que foram defumados, curados, salgados ou quimicamente preservados (praticamente todas). Sendo o nitrito de sódio um químico cancerígeno presente em praticamente toda carne processada ou embalada – checar ingredientes, pois o nitrito de sódio frequentemente vem listado.

Substitutos menos inflamatórios: Não é necessário abandonar totalmente a carne vermelha, mas a carne processada sim. Nenhuma quantia de carne processada é segura. Substitua suas carnes vermelhas por vegetais orgânicos, frango caipira ou peixe de pesca artesanal local, e deixe a carne vermelha para uma extravagância ocasional em vez de um hábito. Para reduzir a formação de contaminantes gerados do calor, é aconselhável não cozinhar demais a carne e usar métodos de cozinhar em baixo calor em vez de grelhar ou fritar.

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7. Álcool

Agente inflamatório: Alto e constante consumo de álcool é sabido ser causador de irritação e inflamação do esôfago, laringe e fígado. Ao longo do tempo, a inflamação crônica promove crescimento de tumores e origina câncer nas áreas repetidamente irritadas.

Substituto: A Poção Mágica de Dr. Soleil (autor de vários livros sobre desintoxicação) é um drink sem álcool, consistindo de água, suco de limão, mel e pimenta malagueta (canela, gengibre e ervas aromáticas podem incrementar o sabor). E ainda é um drink desintoxicante! Se for consumir álcool, limite-se a pequenas quantias e prefira o vinho que contém resveratrol (até uma taça).

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8. Grãos Refinados

Agente inflamatório: A maior parte dos grãos que consumimos hoje em dia são refinados. São desprovidos de fibras e vitaminas B comparados aos não-polidos e não-refinados grãos que ainda têm outros constituintes de grãos como germe e endosperma. Isso faz dos grãos refinados tão ‘bons’ quanto açúcares refinados, que são praticamente calorias vazias. E como açúcares refinados, grãos refinados tem um índice glicêmico mais alto que grãos não-processados e quando são consumidos frequentemente, podem impulsionar o estabelecimento de doenças degenerativas como câncer, doença coronária e diabetes.

Encontrados em: Produtos fabricados a partir de grãos refinados estão em todo o lugar. Os mais comuns: arroz branco, pão branco, massas, biscoitos e bolachas. Para piorar, muitos produtos contendo grãos refinados ainda passam por mais processamento para realçarem sua aparência e sabor, e frequentemente estão carregados de açúcar, sal, sabores artificiais e gordura trans (gordura vegetal hidrogenada). Cereais de caixa/marca aparentemente benéficos não escapam disso. O mais seguro (e barato) é comprar seus cereais a granel e fazer sua mistura, em vez de obter misturas prontas cheias de ingredientes nocivos.

Substitutos: Opte por grãos minimamente processados se você não for celíaco ou alérgico a grãos. Se você curte fazer pão e biscoitos, invista num moedor de grãos para produzir sua própria farinha, fresca! Quando comprar cereais ou outros produtos feitos de grãos, não aceite facilmente as palavras na embalagem. Só porque se diz “grãos inteiros”, não significa que os grãos estão 100% intactos. Esse problema, assim como outros, advêm de falta de definições aceitas internacionalmente sobre o que seriam “grãos inteiros”. Quando em dúvida, se os grãos não parecem estar no seu estado natural, evite. Outra dica é olhar a lista de ingredientes e ter em mente que eles são descritos em ordem decrescente em relação à porcentagem de cada ingrediente no alimento em questão. Ou seja, pães supostamente “integrais” que começam a lista de ingredientes com “Farinha de trigo” não-integral, são uma farsa. Essa rápida análise dos ingredientes desmascara muito do marketing falacioso por trás de produtos supostamente mais saudáveis. Não deixe de conferir a lista de ingredientes e saber o que realmente está sendo vendido para além da propaganda suspeita.

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9. Aditivos alimentares artificiais

Agente inflamatório: Alguns aditivos alimentares artificiais como aspartame e glutamato monossódico (aji-no-moto) já foram relacionados ao desencadear de respostas inflamatórias, especialmente em pessoas que já sofrem de alguma doença inflamatória como artrite reumatoide.

Encontrados em: Somente alimentos embalados/industrializados contêm esses ingredientes. Se você necessita mesmo comprar esses alimentos, leia a embalagem cuidadosamente e meça os riscos. Glutamato é amplamente utilizado como realçador de sabor, nenhuma surpresa numa alimentação industrializada pouco saborosa.

Substituto: Fora limitar o consume de alimentos processados, consuma alimentos anti-inflamatórios como gengibre e cúrcuma (açafrão-da-terra) e adoce naturalmente com melado, mel, stévia ou simplesmente frutas adocicadas naturalmente (frescas ou secas). Explorando o mundo dos temperos e dos açúcares naturais facilmente se obsoletiza o uso de um realçador de sabor nocivo e de um adoçante cancerígeno.

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10. Coringa

Por que coringa? Porque entre suas cartas do baralho (diversidade de alimentos), se você não escolher com cuidado pode usar um coringa (alimento ao qual você é sensível), que vai “sujar” seu jogo (organismo), o que é muito comum. Por falta de cuidado sobre o que ingerimos, nos alimentamos mal. A ideia é identificar os coringas e removê-los do baralho e fazer jogos mais limpos… Diferente de alergias onde os sintomas surgem rápida e furiosamente, sintomas causados por intolerância a algum alimento podem levar mais tempo para se manifestarem. Consequentemente, quando os sintomas de intolerância aparecem, frequentemente são subestimados enquanto uma comum dor de cabeça ou um comum cansaço. Mas repetidamente se expor a um alimento que irrita e causa inflamação pode levar a doenças crônicas.

Possibilidades: Alimentos comumente associados a intolerância são o glúten, o trigo, o leite, oleaginosas, ovos e plantas da família solanácea (tomate, batata, pimentão, berinjela, phisális – todos perigosos se consumidos verdes!). Ao contrário do que se acredita, é possível desenvolver alergia a alimentos consumidos frequentemente no seu dia-a-dia.

Teste: Se suspeita de um alimento ser responsável por alguma resposta de intolerância, tente evita-lo por umas 2 semanas e sinta seu organismo. No fim do período de abstinência, reintroduza o alimento, preferencialmente isoladamente, e sinta-o no seu organismo. Facilmente se tira uma conclusão.

Saúde!

(adaptado de http://www.realfarmacy.com/top-10-inflammatory-foods-to-avoid-like-the-plague/)

Desintoxicando o fígado através da alimentação

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Seu fígado é o faxineiro do seu corpo, limpando toda as toxinas que você pôs para dentro. O fígado mantém os sistemas funcionando suavemente. A dieta moderna, poluentes ambientais, e nossa crescente dependência de cosméticos tóxicos têm dado trabalho a nossos fígados.

Você pode usar alguns itens alimentares de fácil acesso ou que você já possui. Aqui são 5 desses itens:

1. Suco de limão (melhor ainda ao acordar, em jejum, e morno!) – Suco de limão é um excelente jeito de desintoxicar o seu fígado toda as manhãs. Não adicione açúcar, só tome o suco de limão diluído em água purificada. A. F. Beddoe, autor de ‘Ionização Biológica Aplicada à Nutrição Humana’, é um dos que acredita que o fígado produz mais enzimas em resposta ao suco de limão do que em resposta a qualquer outro alimento.

2. Alho – Adicione alho no preparo de seus alimentos ou corte bem miúdo e coma cru com saladas. Alho contém compostos de enxofre que ajudam a ativar enzimas no fígado. Contém alicina e selênio que são benéficos à proteção do fígado.

3. Abacates – Como se precisasse de mais motivos para comer abacate (combina com muitos alimentos), um estudo japonês descobriu que o abacate contém compostos que podem proteger o fígado de danos. Quando comparado a outros 21 frutos, abacate foi o mais promissor em proteger o fígado da galactosamina, uma substância constituinte de hormônios mas hepatotóxica (danosa ao fígado), comparável ao dano causado no fígado pelo vírus da hepatite.

4. Coentro (folhas frescas) – Muito versátil, podendo ser adicionado como tempero a uma grande variedade de alimentos, essa erva auxilia na eliminação de metais pesados do organismo, algo contra o qual seu fígado pode estar lutando neste exato momento (dada a enorme exposição a metais pesados nas rotinas de grandes cidades e de produtos industrializados).

5. Cúrcuma/Açafrão-da-terra – Outro poderoso tempero com uma longa lista de benefícios, cúrcuma (ou açafrão-da-terra, Curcuma longa), além de proteger o fígado de danos, encoraja a regeneração de células do fígado e uma maior produção de bile (que auxilia na digestão de gorduras, e uma boa digestão significa menor intoxicação). Além disso, é muito fácil de plantar e cultivar. Achado mais facilmente em pó, mas recomenda-se ralar a raiz fresca.

 

(adaptado de http://www.undergroundhealth.com/how-to-detox-your-liver/?ModPagespeed=noscript)

Carnes processadas declaradas perigosas demais para consumo humano

Processed meats

O Fundo Mundial de Pesquisa do Câncer (World Cancer Research Fund  -WCRF) completou uma revisão detalhada (maio/2013) de mais de 7.000 estudos clínicos cobrindo ligações entre dieta e câncer. Sua conclusão alarmante: Carnes processadas são perigosas demais para consumo humano. Consumidores devem parar de comprar e comer todas as carnes processadas pelo resto de suas vidas.

Carnes processadas incluem bacon, salsicha, salsichão, presunto, pepperoni, salame e virtualmente todas as carnes vermelhas usadas em comida congelada. Elas são usualmente processadas com um ingrediente carcinogênico conhecido como nitrito de sódio. Este ingrediente é usado como um fixador de cor pelas empresas de carne para dar à carne embalada uma cor viva avermelhada para parecer fresca. Infelizmente, nitrito de sódio também resulta na formação de nitrosaminas carcinogênicas no corpo humano. E isso leva a um grave aumento no risco de câncer para quem come essas carnes.

Um estudo de 2005, da Universidade do Hawaii, demonstrou que carnes processadas aumentam em 67% o risco de câncer pancreático. Outro estudo demonstrou que 50 gramas diárias de carne processada consumida aumenta em 21% o risco de câncer colorretal. Estes são índices alarmantes. Perceba que esses riscos de câncer não vêm do consumo de carne fresca e não-processada. Eles só aparecem em pessoas que regularmente consomem carne processada contendo nitrito de sódio.

Aqui uma lista de produtos pelo qual é sugerido checar cuidadosamente a presença de nitrito de sódio e glutamato monossódico, outro perigoso aditivo:

  • Bacon
  • Salsichão
  • Salsicha
  • Presunto, mortadela, pepperoni, patê
  • Pizza congelada com carne
  • Sopa enlatada com carne
  • Comida congelada com carne
  • Ravioli e massa com carne
  • Comida infantil contendo carne vermelha
  • Praticamente todas as carnes vermelhas em alimentos vendidos em escolas, restaurants, hospitais, hoteis, parques…

Se nitrito de sódio é tão perigoso para humanos, por que os órgãos de saúde continuam permitindo o uso desse químico causador de câncer? A resposta, é claro, é que os interesses da poderosa indústria alimentícia dominam as ações dos reguladores governamentais. Nos Estados Unidos, o órgão USDA já tentou banir o nitrito de sódio no fim dos anos 70, mas perdeu para a indústria da carne, que alegou que esse químico era seguro e que o USDA queria “banir o bacon”.

Aos consumidores não são ofertadas reais proteções de químicos perigosos intencionalmente incorporados nos alimentos, medicamentos e produtos de higiene pessoal.

Você pode proteger a si e as pessoas queridas dos perigos das carnes processadas seguindo alguns passos simples:

  1. Sempre leia os ingredientes;
  2. Não compre nada contendo nitrito de sódio ou glutamato monossódico;
  3. Não coma carne vermelha servida em restaurants, escolas, hospitais, hoteis ou outras instituições.

E finalmente, coma mais alimentos frescos em sua refeição. Há evidência demonstrando que vitamina C natural encontrada em várias frutas ajuda a prevenir a formação de nitrosaminas causadoras de câncer, protegendo você dos efeitos devastadores do nitrito de sódio na sua saúde. Certamente, a melhor defesa é evitar o consumo de carnes processadas.

(Tradução livre de: https://dreamhealer.wordpress.com/2013/05/16/processed-meats-declared-too-dangerous-for-human-consumption/)

10 motivos para tomar suco de limão ao acordar

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Começar todo dia tomando um copo de suco de limão morno. Limões são ricos em vitaminas e minerais, particularmente vitamina C, um antioxidante que estimula o sistema imune, protege contra doenças cardiovasculares e também tem propriedades anticâncer. Tomar esse copo de suco de limão morno pela manhã é uma fácil maneira de atender as necessidades de vitamina C do organismo e manter o corpo funcionando suavemente.

1. Estimula o sistema imune

Limões são ricos em vitamin C, que é excelente para combater gripes. São ricos em potássio, que estimula as funções nervosas e cerebrais. Potássio também ajuda a regular a pressão sanguínea.

2. Hidrata o sistema linfático

Ao começar o dia hidratado, se previne a desidratação e a fadiga suprarrenal. Quando seu corpo está desidratado ou profundamente desidratado (fadiga suprarrenal), não consegue desmpenhar todas suas funções próprias, o que leva à intoxicação, stress, constipação, e a lista continua. Suas suprarrenais são duas pequenas glândulas em cima dos seus rins que, juntamente com a glândula tireóide, mobilizam energia. Também secretam importantes hormônios, incluindo a aldosterona, que regula os níveis de água e a concentração de minerais como sódio, ajudando-lhe a se manter hidratado. Suas suprarrenais também são responsáveis por regular a sua resposta ao stress. Ou seja, não é nada recomendável correr o risco de uma desidratação profunda!

3. Melhora o humor

Limão energiza e melhora o humor! A energia que você recebe do alimento vem dos átomos e moléculas no seu alimento. Uma reação ocorre quando os íons carregados positivamente entram no trato digestivo e interagem com as enzimas carregadas negativamente.

Limão é um dos poucos alimentos que contém mais íons carregados negativamente, providenciando ao seu corpo mais energia quando entra no trato digestivo. O aroma do limão também tem propriedades energizantes, melhorando o humor e limpando a mente. Também o limão pode ajudar na redução da ansiedade e da depressão. nd depression.

4. Desintoxica o fígado

De acordo com NaturalNews.com, o ácido cítrico do limão ajuda a maximizar a função enzimática, o que estimula o fígado e auxilia na desintoxicação.

5. Auxilia a digestão

Além de ajudar na indigestão, também ajuda na evacuação. Estimula o fígado na produção da bile, um ácido demandado na digestão de gorduras. Digestão eficiente reduz a chance de azia e constipação.

6. Balanceia o pH

Ao tomar suco de limão diariamente você reduz a acidez geral do organismo. Limão é um dos alimentos mais alcalinos existentes. Apesar de conter ácido cítrico, uma vez metabolizado, o limão não produz acidez no organismo.

7. Auxilia na perda de peso

Limões são ricos em pectina (fibra), que diminui o desejo por comer mais. Também já é demonstrado que uma dieta alcalina auxilia numa perda de peso mais rápida.

8. Atua como um diurético natural suave

Suco de limão auxilia na eliminação de substâncias indesejadas pois aumenta a taxa de urinação. Toxinas são liberadas mais aceleradamente, o que ajuda o trato urinário a se manter saudável.

9. Mantém a pele jovem

A Vitamina C auxilia na diminuição de rugas e manchas. Suco de limão purga toxinas do sangue o que auxilia a manter a pele saudável. Pode também ser aplicado diretamente em cicatrizes para suavizarem sua aparência.

10. Deixa o hálito fresco

E além disso, auxilia a diminuir dores de dente e gengivite. Porém, o ácido cítrico pode erodir o esmalte, então monitore isto.

Limão é tão bom que aí vão mais 2 motivos!

11. Alívio do stress

Vitamina C é uma das primeiras coisas esgotadas quando se submete mente e corpo a stress!

12. Saúde de todo o organismo!

Limões são ricos em potássio. Potássio é um importante mineral que funciona juntamente ao sódio para transmissões elétricas suaves no cérebro e no sistema nervoso. Depressão, ansiedade, raciocínio lento e esquecimento frequentemente podem ser associados a baixo potássio no sangue. Esse mesmo sistema nervoso necessita de potássio para assegurar sinalizações estáveis ao coração. Então sua saúde cardíaca é otimizada pelo potássio no suco de limão.

*Não use suco de limão engarrafado pois pode conter sulfitos, que causa alergia em muitas pessoas e é danoso ao organismo!

 

(tradução livre de http://www.healthy-holistic-living.com/10-reasons-you-should-drink-lemon-water-in-the-mornings.html)